Ontem, Alexandre Garcia criticou em seu programa de rádio a mania de os brasileiros darem nomes esquisitos aos filhos. Segundo ele, na lista de uma faculdade constavam nomes com k, th e outras misturas de letras que enfeitam, mas ao mesmo tempo complicam. Isso porque ele não viu o nome do filho de um amigo meu: Wilkerson. E do meu amigo: Jefferson.
Hoje, logo cedo, numa palavra cruzada: "um dos nomes do Presidente Lula". A resposta Inácio me chamou a atenção porque não conheço nenhuma criança com esse nome. Nem adolescente. Exceto um vizinho, bem velho, que se chama Inácio. Dezenas de netos e bisnetos, nenhum deles com nome do avô, bisavô.
Daí, pensei: "Com o tempo aparecerão Inácio nos registros, por causa do Presidente Lula". É claro que Ynácio, em vez de Inácio. Ou Inácyo.
Afinal, no meu ver é assim: nomes surgem conforme a popularidade das pessoas. Com o tempo surgirão Hillarys, Baracks, Avrils, Kaká e muitos outros, conforme a admiração dos pais por essas pessoas.
Muito bonito da parte desses pais. Eu faria o mesmo. Só é ruim quando o escrevente registra errado. Já vi um rapaz chamado Uósquitão, em vez de Washington; Joelho em vez de Joélio. Assim por diante.
Bem, meti o dedinho no comentário de Alexandre Garcia.