Soneto de José Guimarães - Toda Alma Tem Luz
Postado por José Guimarães | Postado em Poesias | Postado dia 04-03-2013
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Toda Alma tem luz - Soneto escrito por José Guimarães.
Toda Alma tem luz - Soneto escrito por José Guimarães.
Dicas do novo buscador de poesias que encontramos na internet. Com ele é mais fácil encontrar poesias de seus autores preferidos.
As frases são leituras interessantes porque transmitem uma ideia em poucas palavras. Por esse motivo, aderi às frases. Espero que você goste.
Essa poesia foi escrita em homenagem a você, poeta brasileiro. Poeta de Pouso Alegre. Poeta que trabalha o dia inteiro e de noite escreve poesias, de modo a espantar a solidão. A você, poeta, nossa singela homenagem.
Junqueira Freire é o nome que ficou conhecido o poeta baiano Luiz José de Junqueira Freire. Nasceu na Bahia em 1832. Professou na ordem beneditina em sua cidade natal.
Laurindo José da Silva Rabelo nasceu no Rio de Janeiro, em 1836. Formou-se em medicina. Serviu como cirurgião do exército e foi professor de Gramática, Geografia e História, na escola militar.
Eu e a Vida - Poesia de José Guimarães. Poesia sobre a vida, sobre a origem do poeta. De onde viemos? Para onde iremos? São perguntas cujas respostas sabemos. Ou não sabemos. Isto é, depende do ponto de vista de cada um.
Poesia escrita por José Guimarães, sobre o sofrimento de uma pessoa que muitas vezes parece interminável.
Poesia de José Guimarães, poeta de Pouso Alegre, Sul Minas Gerais.
Poesia de Francisco Otaviano de Almeida Rosa, Para que Ver?
Poesias: Noite Profunda e Silenciosa e
Precaução
Noite profunda e silenciosa
Mostra a lua ambiciosa
E soberba
A terra a iluminar
Noite profunda e maliciosa
Quando escura é perigosa
Porém quando clara
Vai ficando amorosa
Noite profunda e vaidosa
Aos namorados vem audaciosa
Espreita-los soberba à luz do luar
Noite profunda e rancorosa
Vem apagar esta luz, sempre teimosa
Que ofusca o brilho
Do meu amor
Noite profunda e tenebrosa
Faça calar esta minha prosa
E leve pra longe esta minha dor
De amor
Precaução
Sigo caminhando
Por ruas estreitas
Abandonadas
Terei cuidado
Quando nelas pisar
A fim de não ferir
Seus ideais
Sigo caminhando
Por becos escuros
E encardidos
Terei cuidado
Quando neles pisar
A fim de não ferir
Seus ideais
Poesias: Noite Profunda e Silenciosa e
Precaução
Autor: José Guimarães
Pode copiar e postar em seu blog, se quiser, mas dê crédito ao autor, colocando um link para este blog.
Lamentos
Será que vale a pena viver
E fazer tudo o que deve ser feito
Chegando à noite em casa cansado
Depois de longo dia de trabalho
E não ter sequer sono para dormir
Fingir durante o tempo todo
Dizendo somente palavras bonitas
Ou comportar-se elegantemente na sociedade
Gastando-se todo o dinheiro suado
Para comprar objetos insignificantes
Ou para pagar os credores
Satisfazendo assim os exploradores
Fazendo-os enriquecer?
Será que vale a pena viver
E cumprir rigorosamente todas as obrigações
Muitas delas quase que sem importância
Sair de manhã de casa para o trabalho
E de noite do trabalho para a escola
Como um medíocre, um desesperado
Tentando conquistar um mundo de frustrações
Que servem só para nos trazer tormentos e amarguras
E viver apenas sonhos e fantasias?
Será que vale a pena viver
E ter de sofrer, sofrer e sofrer
Ou simplesmente viver
Para um dia
No fim de tudo morrer?
Poesia: Lamentos
Autor: José Guimarães
Olho sempre em volta de mim
Querendo ver verdes campos alegres e bonitos
Não vejo mais flores nos jardins
Enfeitando lindos canteiros
Elas ressecaram, coitadas, esquecidas
Pois aos poucos foram substituídas
Por blocos brilhantes, resplandescentes
Que a luz do sol em raios ardentes
Os tornam sombrios e horripilantes.
Poesia: Onde está a Natureza?
Autor: José Guimarães
Essa poesia foi escrita numa época em que achava que a natureza estivesse desaparecendo.
Hoje, no entanto, concluo que a natureza mais que depressa desaparece.
Devido às depredações das matas para o fabrico desordenado de móveis, às destruições da terra em busca de ouro e pedras preciosas, e sem um programa de reposição que de fato funcione.
É uma pena!
Preciso aprender a ser eu mesmo
mostrar aquilo que gosto de fazer
e que seu fazer,
não levar a vida por aí a esmo
como um tolo, um hipócrita, quero dizer
Sei que na vida tudo é importante
para fazer de mim a cada instante
um ser querido e amado
ou então um odiado
mas o que eu posso fazer
para mostrar meu bem querer?
Preciso aprender a ver as coisas
como elas são e não como eu quero,
pois neste mundo realista
não adiante ser idealista
e sonhar com coisas belas,
arlequins e cinderelas,
pois esse tempo já passou.
Meu Deus! O que posso fazer
para mostrar meu bem querer
saber amar e ser amado
neste mundo quase acabado
onde eu sou apenas um ser
que não ganha por pensar e é mandado
governando e maltratado
em troca de um simples salário?
O que mais posso fazer?,
se preciso aprender a viver
e ver o mundo com mais realismo,
pois não adianta ter otimismo
se a gente vive só para sofrer.
Posso até ser condenado
ou pagar pelo que não fiz
mesmo morrer envenenado
ou sufocado pelo nariz.
Meu Deus! O que posso querer?
se tudo o que posso fazer
é pouco, quase desprezível
e se perde na multidão
de leigos e aristocratas,
e fica enfim tudo em vão.
Poesia: Um Pouco de Mim
Autor: José Guimarães
O autor o autoriza a copiar e a publicar em seu blog, desde que escreva um texto antes e depois da poesia, a fim de seu blog não ser penalizado pelo Google, por copiar e colar textos publicados em outros blogs.
Há muito tempo escrevi esse poema, e até agora ele não era conhecido de ninguém.
No entanto, hoje, de retorno ao blog de José Guimarães, hospedado no portal Terra, decidi publicá-lo, antes que permanecesse esquecido no computador.
Afinal, poesia é para ser lida. Não importa o conteúdo, muito menos a temática.
Portanto, esse poema é seu:
Proteja-me Mãe Rainha
Cubra-me com o seu manto azul
Não permita que eu seja maltratado
Pela dor que me deixa angustiado
Tantos males hoje sofremos
Pelos erros que cometemos
Cure as feridas do nosso corpo
Elas nos trazem desconforto.
Não deixe ó Mãe Querida
Que soframos mais ainda
Sem que a Senhora interceda
Por nós junto a seu filho Jesus
Queremos estar aptos a fazer
Tudo o que Ele nos disser
Para seguirmos oh mãe querida
O caminho que salvará nossa vida
Sabemos que temos errado sempre
Cometendo pecado e sofrido dor
Perdoe nossos pecados Nossa Senhora
Mãe Rainha Redentora
Grande é a romaria a pedir
A cura do corpo e o perdão
Ensine-nos o caminho a seguir
Para que encontremos a salvação.
Poesia: Mãe Rainha Redentora
Autor: José Guimarães